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O sentir-se só, e o estar.

novembro 6, 2012

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Guardo em pequenas doses tudo que me faz bem, mas venho percebido que alguma delas em grande quantidade pode ter o efeito contrário. Quem diria que a saudade pode ser boa, e o amor tão ruim? Ninguém diria, porque talvez não seja verdade, até você descobrir como usá-los.  A saudade nos faz pensar, mas não errar de novo. É lembrar o que fez e saber o que fazer, desta vez na hora certa, no tempo certo. Quanto ao amor? Quem vai saber… Não somos donos de ninguém além da nossa própria consciência. É inevitável cobrar de alguém, quando ela cobra de você, mas é bem evitável ser o mesmo que ela. Não sou assim, eu sei disso, mas as vezes cobro o que cobram de mim, e eu dou, e não recebo. Seja lá o que for entre amor, confiança, carinho, verdade ou fantasia. Tem dias que a gente não quer pensar em nada, só uma dose a mais de carinho sem precisar implorar, às vezes a gente quer tentar ser a melhor companhia, mas não recebe ao menos um sorriso à volta. Vou cobrar? Não, posso estar só, só agora, posso ficar só, mas não vale a pena ser diferente, não vale a pena ser igual, não vale mudar. A lembrança sempre nos fará mais fortes, existirão caixas de lápis para colorir tudo a nossa volta, e se eles acabarem, ou se perderem, vale à pena fechar os olhos e lembrar-se das cores que existiam. Quem sabe a gente não recria?

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